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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Um Chamado à Formação Espiritual


Formação espiritual cristã é o processo através do qual somos formados pelo Espírito Santo na imagem de Cristo e preenchidos com amor por Deus e pelo mundo.

Disse Jesus: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. Nós seremos capazes de experimentar esta vida abundante – aqui e agora – à medida que nossas paixões, caráter, entendimento e relacionamentos venham se alinhar fortemente com a vida de Cristo. Este processo transformador que se dá durante toda nossa vida é um contínuo dom do Espírito de Deus. Nós, portanto, somos chamados para sermos renovados na imagem de Jesus. Em outras palavras, somos chamados para a formação espiritual.

João 7:37–39, João 10:10, Romanos 8:29, 1 Coríntios 11:1, 1 Coríntios 15:49, 2 Coríntios 3:17–18, 2 Coríntios 4:16–18, 2 Coríntios 5:16–21, Gálatas 4:19, Efésios 1:3, Efésios 3:16–19, 1 João 3:2, 1 João 4:17

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Evangelho todo para a humanidade toda

Tem sido uma grande experiência compartilhar sobre a importância de conhecer e viver o Evangelho todo em meio a um culto de adoração a Jesus, o Cristo-Deus que ama toda a humanidade (homens e mulheres, pobres e ricos, religiosos e não-religiosos, brasileiros e argentinos) igualmente. Ele nos convida a segui-lo, a cada dia, como seus discípulos amados e ser sinal do seu Reino na Terra.
Nossa oração: "Pai todo poderoso, criador dos céus e da terra, estabelece o teu reino em nosso meio".

terça-feira, 25 de agosto de 2015

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Deus está bordando

Quando eu era pequeno, minha mãe costurava muito. Eu me sentava no chão, brincando perto dela, e sempre lhe perguntava o que estava fazendo. Ela respondia que estava bordando. Todos os dias eram a mesma pergunta e a mesma resposta. Observava seu trabalho de uma posição abaixo de onde ela se encontrava sentada e repetia:
― Mãe, o que a senhora está fazendo?
Dizia-lhe que, de onde eu olhava, o que ela fazia me parecia muito estranho e confuso. Eram uns amontoados de nós e fios de cores diferentes, compridos, curtos, uns grossos e outros finos, eu não entendia nada. Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente me explicava:
― Filho saia um pouco para brincar e quando terminar meu trabalho eu chamo você, o coloco sentado em meu colo e deixo que veja o trabalho da minha posição.
Mas eu continuava a me perguntar lá de baixo:
― Por que ela usava alguns fios de cores escuras e outros claros? ― Por que me pareciam tão... desordenados e embaraçados? ― Por que estavam cheios de pontas e nós? ― Por que não tinham ainda uma forma definida? ― Por que demorava tanto para fazer aquilo?
Um dia, quando eu estava brincando no quintal, ela me chamou:
― Filho venha aqui e sente em meu colo.
Eu sentei no colo dela e me surpreendi ao ver o bordado. Não podia crer! Lá de baixo parecia tão confuso! E de cima vi uma paisagem maravilhosa!
Então, minha mãe disse:
― Filho, de baixo parecia confuso e desordenado porque você não via que na parte de cima havia um belo desenho. Mas, agora, olhando o bordado da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo....
Muitas vezes, ao longo dos anos, tenho olhado para o céu e dito:
― Pai, o que estás fazendo?
Ele parece responder:
― Estou bordando a sua vida, filho.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Tudo começa com Deus

"O pecador salvo está prostrado em adoração, perdido em assombro e louvor. Ele sabe que o arrependimento não é o que fazemos para obter o perdão; é o que fazemos porque fomos perdoados. Ele serve como expressão de gratidão em vez de esforço para obtenção do perdão. Portanto, a sequência perdão primeiro e arrependimento depois (e não arrependimento primeiro, perdão depois) é crucial para a compreensão do evangelho da Graça."

Brennan Manning


quinta-feira, 30 de abril de 2015

Aprendendo a aprender

Eu aprendi...
...que ignorar os fatos não os altera;

Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;

Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;

Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;

Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;

Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.

Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;

Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;

Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você está escalando-a;

Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
(Boa noite , Amor )


sábado, 11 de abril de 2015

Confiança X Clareza

Quando o brilhante doutor em ética John Kavanaugh foi trabalhar por três meses na “casa dos moribundos” em Calcutá, ele estava à procura de uma clara resposta sobre como viver melhor os anos que lhe restavam de vida. Na primeira manhã ali, ele conheceu a Madre Teresa. E ela lhe perguntou:

― Como posso lhe ser útil?
Kavanaugh pediu que ela orasse em seu favor.
― E você quer que eu ore por qual necessidade?
E ele verbalizou o pedido que havia carregado consigo milhares de quilômetros desde os Estados Unidos:
― Ore para que eu tenha clareza.
E ela disse com firmeza:
― Não, eu não vou orar por isso.
Quando ele lhe perguntou o porquê, ela respondeu:
― Clareza é a última coisa a que você deve se apegar.
Quando Kavanaugh comentou que ela lhe parecera ter a clareza que ele tanto ansiava, ela riu e disse:
― Nunca tive clareza; o que eu sempre tive foi confiança. Então vou orar para que você confie em Deus.

“E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós” (1Jo 4.16). Quando vamos em busca de clareza, tentamos eliminar o risco de confiar em Deus. O medo do caminho desconhecido a nossa frente destrói a confiança infantil na bondade ativa do Pai e em seu amor irrestrito.
Muitas vezes partimos da premissa de que o ato de confiar irá desfazer a confusão, iluminar a escuridão, acabar com a incerteza e remir o tempo. Mas a nuvem de testemunhas de Hebreus 11 revela que não é bem assim. Nossa confiança não traz uma clareza definitiva neste mundo. Ela não elimina o caos, não entorpece a dor, nem nos serve de muleta. No momento em que está obscuro, o coração que confia diz, a exemplo de Jesus na cruz: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito” (Lc 23.46).


Brennan Manning (Confiança Cega, pg. 19)